Sistema para pegue e monte: o que precisa ter de verdade
Composição do kit, data do evento, abas de catálogo e mensagem no WhatsApp — o checklist de quem vive de locação de decoração, não de ERP genérico.
Equipe Gestão Bem Decor
Conteúdo prático para o ateliê
Sistema para pegue e monte não é “ERP de locação com o nome trocado”. É o fluxo da peça: o que vai no kit, a data da festa, quem leva, quem devolve, o que quebrou. Se o software não segura isso, a planilha volta no sábado.
O pedido sem composição é um pedido mentiroso
“Mesa provençal rosa” no WhatsApp não diz se vão quatro vasos ou dois. No acervo, a verdade é a lista. Cadastre a decoração com o que sai junto — bandeja, guirlanda, quantidade. Preço no kit, não no “acho que cabe”.
- Nome da decoração (o que a cliente vê)
- Peças e quantidade (o que o estoque separa)
- Foto do kit montado (não da peça solta no chão)
- Preço e regra de quebra
Data do evento não é detalhe
A mesma mesa não pode estar em dois lugares no sábado. O sistema precisa da data no pedido — montagem, festa, devolução. Sem data, você aceita conflito e descobre na rua.
Abas que a cliente entende
Pegue e monte, simples e luxo no mesmo scroll vira orçamento de R$ 90 misturado com R$ 900. Separe. A vitrine vende quando a cliente escolhe o nível sozinha. O guia de acervo e a página de pegue e monte no site detalham o fluxo.
Quando o pedido fecha com data e composição, a mensagem do WhatsApp já nasce pronta. Você para de redigitar lista.
O que um ERP genérico esquece
- Quebra e reposição no mesmo cadastro da peça
- Kit montado versus peça avulsa
- Mensagem de orçamento com total e próximo passo
- Vitrine pública que a cliente abre no celular
O Gestão Bem Decor foi feito nesse ritmo: catálogo em abas, composição, vitrine e fechamento no WhatsApp. Comece pela [home](/) ou crie a loja.