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Negócio 8 min de leitura

Como precificar locação de decoração sem perder margem

Preço de kit, reposição de quebra e o que não cabe em “faz um desconto”. Um método de ateliê, não de planilha infinita.

GB

Equipe Gestão Bem Decor

Conteúdo prático para o ateliê

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Precificar locação de decoração falha quando o preço vive no chat. Cada áudio vira tabela paralela. A cliente guarda o valor mais baixo que ouviu. Você entrega o kit completo e a margem some na reposição do vaso que quebrou.

Três camadas de preço

  • Kit: o que a cliente aluga (decoração montada)
  • Peça: o custo de repor o que quebra
  • Operação: deslocamento, montagem, diária extra

Publique o kit na vitrine com um preço. A regra de quebra fica no cadastro, não num PDF de 2019. Se a peça some, o sistema já sabe o valor — você não inventa no sábado à noite.

Desconto só depois da data

Desconto antes de travar a data é convite a conflito de agenda. Primeiro a festa no calendário, depois conversa de valor. O modelo de mensagem no WhatsApp já leva total e próximo passo (“posso reservar com 50%?”).

Preço na vitrine + composição visível reduz “eu achei que vinha com…”. O chat vira fechamento, não leilão.

Revise o que não aluga

Todo mês: o que não saiu, tira da vitrine ou baixa o kit. O que gira, destaca. Catálogo vivo vende mais do que portfólio parado no Drive. Cruze com o checklist de devolução — quebra recorrente é peça cara demais para o preço atual.

Gestão Bem Decor

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