Como precificar locação de decoração sem perder margem
Preço de kit, reposição de quebra e o que não cabe em “faz um desconto”. Um método de ateliê, não de planilha infinita.
Equipe Gestão Bem Decor
Conteúdo prático para o ateliê
Precificar locação de decoração falha quando o preço vive no chat. Cada áudio vira tabela paralela. A cliente guarda o valor mais baixo que ouviu. Você entrega o kit completo e a margem some na reposição do vaso que quebrou.
Três camadas de preço
- Kit: o que a cliente aluga (decoração montada)
- Peça: o custo de repor o que quebra
- Operação: deslocamento, montagem, diária extra
Publique o kit na vitrine com um preço. A regra de quebra fica no cadastro, não num PDF de 2019. Se a peça some, o sistema já sabe o valor — você não inventa no sábado à noite.
Desconto só depois da data
Desconto antes de travar a data é convite a conflito de agenda. Primeiro a festa no calendário, depois conversa de valor. O modelo de mensagem no WhatsApp já leva total e próximo passo (“posso reservar com 50%?”).
Preço na vitrine + composição visível reduz “eu achei que vinha com…”. O chat vira fechamento, não leilão.
Revise o que não aluga
Todo mês: o que não saiu, tira da vitrine ou baixa o kit. O que gira, destaca. Catálogo vivo vende mais do que portfólio parado no Drive. Cruze com o checklist de devolução — quebra recorrente é peça cara demais para o preço atual.